Penso devagar no que sou
de Maria Teresa Portal Oliveira
Penso devagar no que sou
Desde a origem até ao medo de vencer.
Na imperfeição do tempo,
sinto o vento rasgar a memória.
Há um voo curto nos sonhos
cheio de vertigem e queda.
Os outros passam, não ficam
e eu aprendo tarde a amar.
Digo não ao que chama,
guardo instantes sublimes,
que são só isso,
momentos antes do silêncio.
Penso devagar no que sou
de Maria Teresa Portal Oliveira
Penso devagar no que sou
Desde a origem até ao medo de vencer.
Na imperfeição do tempo,
sinto o vento rasgar a memória.
Há um voo curto nos sonhos
cheio de vertigem e queda.
Os outros passam, não ficam
e eu aprendo tarde a amar.
Digo não ao que chama,
guardo instantes sublimes,
que são só isso,
momentos antes do silêncio.
Penso devagar no que sou [poesia] Menção de Participação no 3º Desafio de Cria Tiva SeMente. SeMente Literária. Fevereiro 2026.
Penso devagar no que sou
Desde a origem até ao medo de vencer.
Na imperfeição do tempo,
sinto o vento rasgar a memória.
Há um voo curto nos sonhos
cheio de vertigem e queda.
Os outros passam, não ficam
e eu aprendo tarde a amar.
Digo não ao que chama,
guardo instantes sublimes,
que são só isso,
momentos antes do silêncio.
Maria Teresa Portal Oliveira
(reservados direitos autorais)

O abraço do verso e da voz [poesia] Menção de Participação no 2º Desafio de Cria Tiva SeMente. SeMente Literária. Janeiro 2026.
Abracei-te em verso
Escrevi-te em voz -
Na tertúlia,
fiquei à tua volta
feito som.
Maria Teresa Portal Oliveira
(reservados direitos autorais)

A Terra pensa no ontem e no amanhã [poesia] Menção de Participação no 1º Desafio de Cria Tiva SeMente. SeMente Literária. Janeiro 2026.
A Terra pensa no ontem e no amanhã,
cuja existência é indefinida, desconhecida.
A memória impõe-se pormenorizadamente.
Não esquece a História tecida em antigas guerras
de onde escorre sangue, suor e lágrimas, agora e nos Descobrimentos.
Quem são os vultos que se visualizam imperfeitamente no limbo,
nesse enevoado da existência?
Somos nós, humanos esfarrapados.
Arrastamos os pés numa Terra em destruição
e pedimos clemência.
Maria Teresa Portal Oliveira
(reservados direitos autorais)

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