O Monstrengo

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segunda-feira, 10 de junho de 2024

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O Mostrengo girava ameaçador

E eu agoniava no meu amor

Qual gigante Adamastor

Não me deixava a dor

 

Exausta, sozinha clamava

Por Camões, Pessoa,

Eça, Saramago

Para me aliviarem um bocado

E me ajudarem

A fazer-lhe frente

Quem cala consente

O que não era o caso.

 

Navegador do tempo presente

Não o ignorava

Não manejava a espada

Apenas a pena

Com que versos escrevia

O amor em poesia.

 

Ao seu destino fatal

Não sobreviveria

Eu ganharia

Sairia ileso desse embate mortal

 

Não tinha armadura

Que loucura!

 

Mas o Mostrengo não ganharia

Tinha o Fado a meu lado

E um escudo invisível

Porém, invencível

Chamado Portugal

Maria Teresa Portal Oliveira

(reservados direitos autorais)

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